domingo, 31 de março de 2013

ELE É O MEU REI!!

http://www.youtube.com/watch?v=q-JMxjYfHm0&sns=em

Assista e conheça o Meu Rei!!
Tenha uma dia abençoado!
Cristo já ressuscitou!

ELE É MEU REI!!



 A bíblia diz que o meu rei é o Rei dos Judeus.
Ele é o Rei de Israel.
Ele é o Rei da Justiça.
Ele é o Rei das Épocas.
Ele é o Rei do Céu.
Ele é o Rei da Glória.
Ele é o Rei dos Reis e Ele é o Senhor dos Senhores.
Esse é o meu Rei.
Queria saber... Você o conhece?
Meu Rei é o Rei sobrerano.
nenhum meio de medida pode definir o seu amor sem limites.
Ele é eternamente forte, é totalmente sincero.
É eternamente firme.
É imortalmente gracioso.
É imperialmente poderoso.
É imparcialmente misericordioso.
Você o conhece?
Ele é o maior fenômeno que já atravessou o horizonte desse mundo.
Ele é o filho de Deus.
Ele é o Salvador dos pecadores.
Ele é a peça central da civilização.
Ele é inigualável.
Ele é imcomparável.
Ele é a idéia mais elevada da literatura.
Ele é a maior personalidade da filosofia.
Ele é a doutrina fundamental da verdadeira teologia.
Ele é o único qualificado para ser o Salvador todo suficiente.
Será que você o conhece hoje?
Ele dá força aos fracos.
Ele é disponível para os tentados e julgados.
Ele se compadece e salva.
Ele fortalece e sustenta.
Ele guarda e guia.
Ele cura os feridos.
Ele curou os leprosos.
Ele perdoa os pecadores.
E liberda devedores.
Ele liberta os cativos.
Ele defende os oprimidos.
Ele abençõa os jovens.
Ele serve aos necessitados.
Ele estima os idosos.
Ele recompensa os diligentes e embeleza os humildes.
Será que você o conhece?
Ele é a chave do conhecimento.
Ele á fonte da sabedoria.
Ele é a porta do livramento.
Ele é o caminho de paz.
Ele é a estrada da justiça.
Ele é a rodovia da santidade.
Ele é o portal da glória.
Você o conhece?
Bem, sua luz é incomparável.
Sua bondade é ilimitada.
Sua misericórdia é eterna.
Seu amor nunca muda.
Sua palavra é completa.
Sua graça é suficiente.
Seu reinado é justo.
E o jugo é suave, e o seu fardo é leve.
Gostaria de descrevê-lo para vocês: Ele é indescritível!
Ele é imbatível.
Ele é irresistível.
Não se consegue tirá-lo da cabeça.
Não se pode soltar da sua mão.
Não se pode viver mais que Ele, e não se pode viver sem Ele.
Os fariseus não o suportavam, mas descobriram que não podiam impedí-lo.
Pilatos não podia lhe acusar.
Herodes não pode matá-lo.
A morte não o pode dominar e o túmulo não conseguiu lhe segurar!
Sim!!! Esse é o meu REI!


Repassando os passos de Jesus V

O ÚNICO SÁBADO
Era sábado.
Depois da última sexta-feira, era dia de luto.
A partida doeu em Maria, nos irmãos dele, nos amigos dele, nos admiradores dele, mas doeu mais em Maria, porque é maior a dor de uma mãe que sepulta o filho.
Doeu também no Pai, mas o Pai sabia que a história não tinha terminado.
Para Maria, Pedro, João e todos os amigos, a história tinha terminado.
O sábado começou quando eles deixaram para trás o túmulo trancado. (Era sábado, mas nos outros calendários ainda era sexta-feira, a noite chegando.)
Todos os lutos são longos, mas o de Jesus parecia encerrar a esperança. Era um vazio eterno.
Na sexta-feira, ainda havia alguma esperança, de que Deus desse um jeito e o livrasse da morte. Não livrou.
Agora era tempo de apenas chorar o fim dos sonhos, das promessas e das possibilidades.
Nada fizeram no sábado, senão chorar.
Mas houve quem trabalhasse no sábado: foram os executores de Jesus, que decidiram reforçar a segurança do sepulcro, para que ninguém o abrisse, de fora para dentro. Está nos evangelhos.
Não foram os únicos. O Pai de Jesus trabalhou também. Não está nos evangelhos.
Faz parte da imaginação. Ele reuniu o seu pessoal e deu as instruções.
O Espírito Santo sopraria o hálito da vida. Um anjo desenrolaria a roupa mortuária. Outro anjo removeria a pedra, de dentro para fora. Outro ficaria de lado de fora para avisar os desavisados que o procurassem dentro do túmulo.
Ficou tudo acertado ainda no sábado, mas seria preciso esperar o domingo.
Quando Deus quer fazer, não há nada (nem a morte) nem ninguém (com todo o poder que tenha) que o possa impedir.

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

sexta-feira, 29 de março de 2013

Relembrando os passos de Jesus IV

A ÚLTIMA QUINTA-FEIRA
Quinta-feira foi a noite da decisão.
E a decisão -- como deve ter com todas as coisas importantes -- foi tomada durante a oração, banhada em lágrimas de sangue.
Um pouco antes, tinha deixado a aula final aos seus alunos, quando lavou os seus pés, toalha na cintura, como se fosse um escravo.
Depois desceu com eles para o jardim do Getsêmani, perto do rio Cedrom, do lado de fora das muralhas de Jerusalém.
Ajoelhou-se de corpo inteiro.
Era quinta-feira.
Orou, primeiramente de modo suave. Orou, depois mais intensamente. Orou, por fim em total angústia.
Eram dois os seus pedidos: que Deus lhe livrasse da morte (o lugar da crucificação estava mais acima, escondido pelas oliveiras) e que a vontade de Deus, não a dele, prevalecesse.
Venceu a vontade de Deus e a humanidade pode desde então agradecer pela cruz que Jesus carregaria e sob a qual vergaria na tarde seguinte.
O Getsêmani é o jardim da decisão, a mais difícil para Jesus e a mais importante para os seres humanos.
O Getsêmani nos convida a pensar em como tomamos nossas decisões. Com o sangue da seriedade, como o vertido por Jesus, ou com o sono da superficialidade, como o dormido pelos discípulos de Jesus.
Era quinta-feira.
Precisamos de mais quintas-feiras em nossas vidas.


Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

quarta-feira, 27 de março de 2013

Relembrando os passos de Jesus III

A ÚLTIMA QUARTA-FEIRA
Era quarta-feira.
Jesus está em Betânia, colada em Jerusalém, terra de pouca gente. Uma delas era Simão, ex-leproso mas ainda conhecido como se fosse um leproso. Deu uma festa. Jesus, que não tinha preconceito, aceitou o convite e ainda levou alguns discípulos, o traidor entre eles.
Pelo meio do jantar, entra uma mulher. Ou não fora convidada ou ninguém a notara.
Tem na mão um vaso. Era um vaso de alabastro, um tipo de pedra clara usada também em esculturas e mesmo em construções. Tinha um gargalo alongado. Estava cheio de nardo, um perfume muito caro, quando não era falso.
A mulher se aproxima com o vaso na mão. Olha para Jesus e deseja homenageá-lo. Simão, o anfitrião, devia ter feito isto, mas não o fez. Fazia parte da arte de receber bem, mas o dono da casa se descuidou ou não o desejou. Talvez os anos de interdição por causa da enfermidade o tenham deixado um pouco insensível.
Aquela mulher não perdera a sensibilidade.
Seria preciso quebrar o gargalo. Sem que ninguém percebesse, arrebentou o seu vaso na ponta e, carinhosamente, derramou o nardo original sobre a cabeça de Jesus.
Era quarta-feira.
Ninguém aprovou, exceto Jesus.
Jesus aprovou o gesto daquela mulher. Era gesto de quem vivia intensamente. Era gesto de quem tinha o sentido da missão. Era gesto de quem amava o que fazia. Era gesto de quem sabia que todos deixamos memórias.
Ela deixou uma lembrança boa.
Acontece também conosco. Quando distribuímos nossos melhores frascos de perfume, Jesus nos aprova também.


Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

Relembrando os passos de Jesus II

A ÚLTIMA TERÇA-FEIRA
Era terça-feira.
Jesus está em Jerusalém, misturado aos 40 mil habitantes da cidade e os outros 100 mil peregrinos, vindos de todos os lugares do mundo para a celebração da Páscoa.
Eles ouvem atentamente os que se apresentam como dentro da Lei divina, profissionais do ensino da Torah e de outros livros de respeito.
Jesus era um professor, mas não era contado no grupo. Vindo de obscuras cidades da Galileia, região de onde não se esperava sabedoria, era considerado um fora-da-Lei. Era, na verdade, um apaixonado por aquilo que era libertador na Lei divina, não por aquilo que aprisionava e aterrorizava as pessoas.
Ele gostava de uma frase da Lei divina, que dizia: "Ame o seu próximo como a si mesmo" (Levítico 19.18).
Então, questionado por um mestre dessa Lei, não só repetiu o mandamento como o colocou no topo. Era mais importante que dar o dízimo. Era mais valioso que guardar o sábado. Era mais santo que amar a Deus.
Quando viu os mandamentos organizados em sábia hierarquia por Jesus, o mestre assentiu com a cabeça e com a voz. Havia um sorriso de satisfação nos seus lábios, ao se sentir aprovado.
Era terça-feira e, antes que o sol se pusesse, o mestre ficou com o rosto crispado quando o recém-chegado de Cafarnaum lhe ditou a sentença:
-- Você não está longe do Reino de Deus.
Quem está perto e não dá o último passo está longe.
Quem sabe e não pratica o que sabe está longe de uma vida que vale a pena.
Está longe quem faz todas as coisas, mas não se empenha em fazer a mais importante.


Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo


Relembrando o os passos de Jesus

A ÚLTIMA SEGUNDA-FEIRA
Era segunda-feira.
Jesus chega a Jerusalém. No templo, os sacrifícios, reguladas pelos cânones de então, continuam a pleno vapor, poucos dias faltando para a celebração da Páscoa.
Judeus do mundo inteiro superlotam e alvoroçam a cidade.
Jesus devia estar feliz, mas não está. Sabe o que o aguarda. Chora ao ver o que fizeram com a religião.
O que ele quer é que a religião seja um espaço de convite para a reflexão, não um lugar de troca, como se fosse um mercado. As bênçãos estão à venda, mas bênçãos compradas não são bênçãos de Deus.
Era segunda-feira.
Crianças entram correndo pelo templo, cantando. Ele se alegra.
Hoje precisamos de mais crianças correndo pelos corredores e púlpitos das nossas igrejas, tirando do sério os sérios.
Hoje precisamos de pastores que anunciam que os sacrifícios acabaram porque não conseguem nos fazer melhores; quem nos faz melhores é a graça de Deus sem custo para nós.
Hoje precisamos de homens e mulheres que adoram a Deus sem esperar nada em troca.
Era segunda-feira.
Então, a noite chegando, Jesus volta a pé para Betânia, perto dali, para descansar.
Terá dormido?


Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo