quinta-feira, 26 de abril de 2012

OUSAR É PRECISO, 3/4



A terceira resposta para nossa eventual (ou definitiva) falta de ousadia tem a ver com uma disposição interior, que nem sempre conseguimos avaliar bem.
Não ousamos quando temos medo de fracassar.
Por alguma razão, talvez além de nossa compreensão, elegemos o sucesso como meta, desde que alcançá-la não implique em riscos, como se isto fosse possível.
É conhecida as múltiplas experiências de fracasso daquele que é considerado o maior presidente dos Estados Unidos: Abraham Lincoln. Sua vitória nas eleições presidenciais foi precedido por sucessivas derrotas, banhadas nas lágrimas da depressão. O que ele disse sobre perdas define bem a razão de seu triunfo: “O campo da derrota não está povoado de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer.”
Só fracassa quem ousa.
No entanto, por alguma razão, que a nossa memória guarda, clara ou implicitamente, não confiamos em nós mesmos, como se não fossemos forjados à imagem-semelhança de 
Deus, Aquele que criou TUDO, começando da primeira coisa, uma após outra, a partir do NADA.

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
Pastor da Igreja Batista Itacuruça
Tijuca Rio de Janeiro

OUSAR É PRECISO, 2/4



Eis a segunda resposta para a falta de ousadia, às vezes presente em nós.
Não ousamos quando tememos a crítica que o nosso gesto pode fazer nascer.
Num grupo de dez pessoas, quando nos lançarmos a algo novo, a primeira nos aplaudirá, a segunda agradecerá pelo que fizemos, a terceira dirá que lhe servimos de exemplo, a quarta não se interessará pelo que estamos fazendo, a quinta esperará pelo que vai acontecer, a sexta torcerá para que nossa proposta dê errado e as outras quatro nos reprovarão, não importa o resultado de nossa iniciativa. 

Então, ficamos sem estímulo para ousar.
Somos, antes, chamados a lançar o pão sobre as águas (Eclesiastes 11.1), tarefa para uma pessoa ousada que aquela que acredita que, depois de muitos dias, mesmo contra as evidências, vai reencontrá-lo.
Somos chamados, como Noé, a construir uma arca, quando não havia sequer sinal de chuva no firmamento.
O ousado vê o que a maioria não vê. A maioria segue os ousados, que vão adiante.


Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
Pastor da Igreja Batista Itacuruça
Tijuca Rio de Janeiro

OUSAR É PRECISO, 1/2



Ousar é preciso, sabemos.
Ousamos. E realizamos. Podemos fracassar, mas o fracasso pode ser a outra face da ousadia.
Não ousamos e, necessariamente, fracassamos.
Por que, então, às vezes (ou sempre, no caso caso de alguns), não ousamos?
Melhor: quando não ousamos?
Primeira resposta para a nossa ousada falta de ousadia.
Não ousamos quando temos uma expectativa pequena na vida. Podemos até ter uma longa expectativa de vida, sem que tenhamos uma grande expectativa.
Não ousamos quando, tendo alcançado um degrau, sentamo-nos nele como se fosse o mais alto que somos capaz de pisar.
Esta satisfação (conformismo, melhor dizendo) gera um 
desinteresse em ousar.
Quem espera pequenas coisas, alcança pequenas coisas.
Esperemos grandes coisas, se queremos alcançar coisas grande.
(CONTINUA)
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
Pastor da Igreja Batista Itacuruça
Tijuca Rio de Janeiro

Morre pastor Ary Velloso


Morre pastor Ary Velloso

Ministro batista faleceu na manhã desta quarta-feira em Londrina.
Pastor Ary Velloso faleceu hoje pela manhã, na cidade de Londrina (PR), onde plantou sua última igreja, junto com sua esposa Carolina. Pastor Ary Velloso foi fundador da Igreja Batista do Morumbi. Ele tinha essa visão de ampliação do Reino de Deus, com um coração de Pastor, motivador e excelente em tudo o que fazia.

Seu ministério era voltado ao treinamento de pastores e à divulgação da importância de implantar igrejas na classe média-alta do Brasil.

Ministrava em retiros de pastores e de famílias, juntamente com a esposa, Carolina. Pai de 2 filhos: Rosalee (30), Richard (28) e avô de  James (1).

Ary era mestre em Teologia (Dallas Seminary-EUA), e bacharel em Teologia (Faculdade Teológica Batista de São Paulo-SP).

Ary Velloso foi missionário da SEPAL, professor na Faculdade Teológica Sul Americana e pastoreiava atualmente a Igreja Batista Catuaí, em Londrina.
Com certeza o Brasil perdeu um grande homem, e a Igreja do Morumbi e por onde ele passou,  jamais se esquecerá dos ensinamentos transmitidos por ele.
Céa Castro

quinta-feira, 5 de abril de 2012