terça-feira, 30 de março de 2010

GRAÇA É A TERNURA DE DEUS

"No princípio criou Deus os céus e a terra" (Genesis 1.1). Poesia.
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus" (João 1.1). Poesia.
"Cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, [Estêvão] viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus, e disse: 'Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem em pé à direita de Deus'" (Atos 7.55-56). Poesia.
"Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede. Não os afligirá o sol, nem qualquer calor abrasador, pois o Cordeiro que está no centro do trono será o seu Pastor; ele os guiará às fontes de água viva. E Deus enxugará dos seus olhos toda lágrima” (Apocalipse 7.16-17). Poesia.

E não citei nenhum salmo.
E não citei nenhuma das parábolas de Jesus.
E não citei nenhum poema do apóstolo Paulo.

Mas eis aí um bom exercício: sublinhar na Bíblia os poemas de sua predileção.
Para que sejamos menos duros, menos objetivos, menos positivos. Os sempre duros, objetivos e positivos perderam a melodia da imaginação. Os que perderam a imaginação perderam o território da ternura. Os que perderam a ternura se acham estranhos à beira da graça, porque graça é ternura. A ternura de Deus.
Então: além dos poemas da Bíblia, que poemas você leu ultimamente?

Desejo-lhe um
BOM DIA.
Pr.Israel Belo de Azevedo

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