quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A IGREJA, UM AJUNTAMENTO SANTO - ARARUAMA 2016


O livro de Neemias, no capitulo 4:19e 20, dá conta de que houve um momento na reconstrução dos muros de Jerusalem, que Neemias sentiu a necessidade de ver o seu povo unido para cumprir a grande tarefa. Algumas razões justificavam a preocupação do servo de Deus: os inimigos planejavam um ataque surpresa; a obra era muito extensa; os trabalhadores estavam espalhados e expostos ao perigo. Foi quando Neemias deu ordem para que quando o corneteiro desse o sinal, todos os trabalhadores deveriam ajuntar-se a Neemias em um grande ajuntamento, que se tornaria em um grande exercito para lutar fortalecido contra o invasor.
Hoje, também nós, temos as mesmas razões para conclamar o povo de nossa igreja para se ajuntar. Precisamos desse ajuntamento santo, pois só assim estaremos em condições de enfrentar as lutas do dia a dia.
Esse ajuntamento santo precisa acontecer para algumas tarefas importantes:
- A Igreja precisa ajuntar-se para o LOUVOR (Sl. 134:1) - "Eis aqui, bendizei ao Senhor, servos do Senhor, que assistis na casa do Senhor todas as noites".
- A Igreja precisa ajuntar-se para ORAÇÃO (At. 2:42) - "E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações".
- A Igreja precisa ajuntar-se para o ESTUDO DA PALAVRA (Ne. 8:5) - "E Esdras abriu o livro à vista de todo o povo, e abrindo-o ele, todo o povo se pôs de pé".
- A Igreja precisa ajuntar-se para o SERVIÇO (Ne. 4:6) - "Assim edificamos o muro, e todo o muro se cerrou até a sua metade; porque o coração do povo se inclinava a trabalhar".
- A Igreja precisa ajuntar-se para OFERTAR (Ex. 35:20,21) - " Então toda a congregação dos filhos de Israel saiu diante da face de Moisés, e veio todo homem, a quem o Senhor moveu o coração, e todo aquele cujo espirito voluntariamente o excitou, e trouxeram a oferta alçada ao Senhor para a obra da tenda da congregação, e para todo o serviço".

Amados, somos a Igreja do Senhor Jesus Cristo e precisamos estar unidos e reunidos em torno das tarefas que o Senhor tem confiado a nós. Se trabalharmos juntos seremos mais fortes e venceremos todos os desafios.

Pr Assis Borges Xavier - Piba Araruama
Texto publicado no editorial do Boletim PIBA - 07/02/2010

CARNAVAL, A FESTA DA CARNE

O carnaval é uma festa pagã que originou-se na Idade Média, imitação de outras festas, também pagãs, como as dinisiacas, a saturnais e as lupercais. Festas mundanas com toda a sorte de libertinagens e carnalidade. Ocasião em que acontecia todo tipo de liberação erótica, sendo proibida qualquer censura.
A palavra carnaval cem do latim "carnavale". E, é exatamente o que sugere o seu significado: festa da carne. Trata-se de uma festa mundialmente conhecida. Entretando, no Brasil, ela assumiu proporções exageradas. É a maior festa popular brasileira. Quase tudo passa a girar em torno dela, a medida que se aproxima. Convencionou-se marcar compromissos para antes ou depois do carnaval. E até a economia experimenta os efeitos da festa. Até as igrejas evangelicas precisam mudar suas atividades por força das circunstancias. Não se pode negar carnaval no Brasil, infelizmente é a maior festa.
Por ser uma festa mundana é carnal, e ao mesmo tempo aceita e propagada pela cristandade catolica, ela tornou-se extremamente perigosa para os bons contumes. Porque em nome da brincadeira e da liberdade, tudo se torna licito. O que normalmente seria uma grande orgia, um bacanal, por ser carnaval, tudo é normal, pitoresco, folclorico, alegria... uma grande brincadeira inocente. Por isso, ela é considerada pelos verdadeiros cristãos como uma festa demoniaca, mundana, carnal e que traz grandes prejuizos morais às familias e ao País.
Por exemplo: nesses dias uma mulher honrada se veste e se comporta como uma prostituta: um homem viril é capaz de se transvestir como um homossexual, e tudo isso ser muito interessante e normal.
Nessa festa muitos adolescentes iniciam na perversão sexual, doenças venéreas se espalham, mortes, acidentes, crimes, tudo de ruim acontece nesse período. Então, não podemos e não devemos compartilhar com ela. E ainda, devemos combatê-la; não com guerras ou passeatas, mas com atitudes positivas que melhorem o nosso testemunho, que deixem claras as nossas opiniões sobre a festa, e a nossa ofensiva evangelística nos outros dias do ano. Pois só o Evangelho pode mudas as coisas no nosso país.
Que a festa da carne seja vencida pelas festas espirituais que realizamos em nossos cultos em todos os dias do ano.
"Portanto, se alguém está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas já passaram, tudo se fez novo." (II cor. 5:17)

Pr. Assis Borges Xavier -
Pastor da PIBA Araruama
(texto publicado no boletim PIBA em 14/02/2010)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A origem da palavra "carnaval" é objeto de ampla controvérsia.
Para uns, a palavra vem do prefixo grego CARN, que se refere ao carro (ou carroça) usado nas paradas religiosas, como os empregados nas festas anuais em honra ao deus Apolo.
Para outros, o nome vem da expressão italiana CARNE LEVARE, que significa "tirar a carne", numa referência à proibição católica de se comer carne durante a Quaresma.
Para outros ainda, a palavra vem do latim CARNE VALE, que significa "adeus à carne", indicando que eram os últimos dias em que se podia comer carne antes da quaresma.
Para outros ainda também, carnaval é uma tradução de CARNE VALE, que significaria "despedida do corpo", uma vez que nesta época as pessoas são estimuladas a se soltarem e se envolverem com as atividades carnavalescas.
Nosso dicionário Houaiss anota que a palavra vem do latim clássico CARNEM LEVÁRE, substantivo que significa "abstenção de carne"; o termos ocorre em vários dialetos da Itália e, provavelmente, do milanês CARNELEVALE (1130), fixa-se no italiano como CARNEVALE (sXIV) e daí no francês CARNEVAL (1552) ou CARNAVAL (1680), passando às demais línguas européias ainda no século 17.
Segundo Houaiss, parecem sem fundamento histórico as hipóteses que derivam a palavra da locuçao latina CARRUS NAVALIS (carro naval), por associação à carreta em forma de barco ussada em festas populares romanas.
Texto retirado do site Prazer da Palavra
Pr Israel Belo

Carnaval: sair ou ficar? Contracultura ou inserção?

Durante o Carnaval, alguns evangélicos simplesmente ficaram em casa, até mesmo (uns poucos) "se divertindo" com os desfilos e outros programas menos inocentes.

Outros acompanharam suas igrejas em retiros ou acampamentos especiais, dedicados ao lazer e ao estudo bíblico.

E outros saíram as ruas para evangelizar pessoalmente ou até desfilando em blocos "evangélicos".

O Carnaval é mesmo um tempo para se pensar a "pedagogia da diferença". Deve ser o nosso caminho, naquilo que Niebuhr chamou de "contracultura", ou devemos nos inserir, já que todos estão ligados na festa e suas circunstâncias?

Texto publicado no site Prazer da Palavra

Pr Israel Belo

SARAH CASTRO NO TWITTER


É VERDADE, VOCE AGORA PODE ACOMPANHAR OS TRABALHOS REALIZADOS PELA SARAH NO "IMPACTO DE CARNAVAL" QUE VAI ACONTECER EM MANAUS DURANTES ESSES DIAS DE FESTA.
http://twitter.com/sarahcastrobr
NESSE LINK VC PODERÁ SABER DE TODAS AS NOTICIAS A ESSE RESPEITO, OK?
UM GRANDE ABRAÇO
CÉA CASTRO

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

CLICK NA FOTO PRA LER

PARA LER AS NOTICIAS DO RADICAL BRASIL CRACOLANDIA, CLICK NA FOTO.

EM 2010 RADICAL BRASIL NA CRACOLANDIA


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VENHA SE PREPARAR... PARTICIPE DO 1º CONGRESSO DE MISSÕES NA PIBA.
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VOCÊ NÃO PODE FICAR FORA DESSA...

26 / 27 E 28 DE FEVEREIRO

VENHA ORE, CONVIDE E DIVULGUE!!

1º CONGRESSO DE MISSÕES NA PIBA

SOBRE A DESASTRADA ARTE DE FECHAR AS PORTAS

Na vida, vamos fechando ou abrindo portas à medida que passamos.
Meses, anos ou décadas depois voltamos, mas as portas estão fechadas, lembremo-nos ou não que nós mesmos as fechamos.
Fechamos portas quando não agradecemos pelas portas que alguém nos abriu.
Fechamos portas quando abandonamos aqueles que um dia nos acolheram e nos puxaram para cima.
Fechamos portas quando, em nome da verdade, falamos o que achamos que devemos falar, embora não tivéssemos o direito de julgar o outro sem antes ouvir.
Fechamos portas quando não fazemos com carinho e capricho o que nos pediram para fazer, por preguiça, desinteresse ou soberba.
Fechamos portas quando recusamos um sorriso, um aperto de mão ou um abraço, por estarmos cansados ou irritados.
Fechamnos portas quando, por arrogância ou desprezo, não prestamos atenção no que o outro pretendeu nos dizer.
A lista poderia ser ampliada ad nauseam, mas estes itens são suficientes para, se fechamos portas, nos convidar à coragem de renunciar à tentação de nos acharmos a palmatória do mundo.
O mundo não é o mundo da graça, coisa de Deus, mas é o mundo da lei, coisa nossa, em que a colheita depende da semeadura.
Como estão as portas por onde você passou? Espero que continuem abertas.

Desejo-lhe um
BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

Pastor da Igreja Batista Itacuruçá

Tijuca - Rio de Janeiro